sexta-feira, 20 de abril de 2012

Ritual para apresentar seu nome



Monte seu altar. Se o seu nome tiver um símbolo que o represente, coloque-o no altar. Por exemplo, se seu nome for aguia selvagem, você pode colocar no altar uma pena para simbolizar seu nome.

No mesmo altar, deixe a mão papel (pergaminho de preferencia), uma caneta e um espelho. Deixe à mão, também, velas, incenso, água mineral e sal marinho, e se preferir, um instrumento musical que tenha preferencia, ou um cd com a música que desejar. (não vale heavy metal ou Britney Spears...rs) 

Abra seu círculo, chame os quadrantes convide as Deidades e diga o seguinte:

Eu ........... (diga o antigo nome) uso este nome pela última vez. Eu cresci, eu mudei. 

Eu evolui para a pessoa que se apresenta perante vocês neste momento. Já não sou mais ................ e já não tenho mais laços com este antigo nome que morreu na hora em que eu renasci. 

Vá até o altar e escreva seu novo nome no papel. Passe o papel pela fumaça do incenso dizendo:

Que.......................... (seu novo nome) seja consagrado pelos poderes do AR. Que o Ar me dê a força do intelecto, a claridade da visão a pureza do amanhecer no primeiro instante em que eu tiver da nova vida. 

Segure o papel sobre a vela (cuidado para não pegar fogo) 

Que.......................... (seu novo nome) seja consagrado pelos poderes do Fogo. Que o Fogo me dê determinação, força e a energia existente em suas faíscas, durante toda a minha nova vida.. 

Borrife sobre o papel a água e diga:

Que.......................... (seu novo nome) seja consagrado pelos poderes do Água. Que a água me dê a suave intuição, a profunda compreensão e a consciência dos mais profundos mistérios durante toda esta nova vida que nasce.

Enterre o papel no sal marinho dizendo:

Que.......................... (seu novo nome) seja consagrado pelos poderes da Terra. Que a Terra me dê força e solidez, que me conecte com as energias da Mãe. Que me presenteie com uma consciência nova livre do temor das noites escuras. 

No caldeirão, queime o papel dizendo em voz bem firme:

Eu sou ............... (nome novo)! Ar, Fogo, Água e Terra confirmo meu nome com orgulho. Eu sou .............! Eu sou ....................! Eu sou ...................! 

Dirija-se para cada ponto cardeal e diga: 

Norte Eu sou ................... que o senhor me conheça a partir de agora! 

Sul, eu sou ................... que o senhor me conheça a partir de agora! 

Leste, Eu sou ................... que o senhor me conheça a partir de agora! 

Oeste, eu sou ................... que o senhor me conheça a partir de agora! 

Fique diante do altar e invoque pela Deusa e invoque o Deus 

Amada Deusa (repetir para o Deus), peço que abençoe, a nova criança que se apresenta diante de vós. Que abençoe meus passos daqui por diante, pois, a partir de agora sou seu filho. Que só terá boca para pronunciar seu Nome. Só terá olhos para ver o brilho de vós. Me abençoe Mãe. Me abençoe Pai.A partir deste momento eu sou .................! 

Feito isto, perca um tempo meditando no que acabou de fazer. Escute sua música, se olhe no espelho e repita seu nome. Encerre o ritual de modo habitual.

sábado, 7 de abril de 2012

A Deusa Eostre é a Deusa honrada em Ostara.



Eostre era a Grande Deusa Mãe saxónica da Alvorada, da Luz Crescente da Primavera e do Renascimento da Vegetação. Era conhecida pelos nomes: Ostare, Ostara, Ostern, Eostra, Eostur, Austron e Aysos.

A Deusa Eostre pode relacionar-se com a Deusa Eros, grega, e a Deusa Aurora, romana, ambas Deusas do Amanhecer, e com Ishtar e Astarte da Babilônia, ambas deusas do amor.

Segundo a Lenda, Eostre encontrou um pássaro ferido na neve. Para ajudá-lo, transformou-o numa lebre mas a transformação não não ocorreu por completo e o animal permaneceu com a habilidade de colocar ovos. Como agradecimento por ter salvo a sua vida, a lebre decorou os ovos e levou-os como presente para a Deusa Eostre. A Deusa maravilhou-se com a criatividade do presente e, quis então, partilhar a sua alegria com todas as crianças do mundo. Criou-se assim, a tradição de se ofertar ovos decorados na Páscoa, costume que ainda hoje em dia se tem.

Os ovos são símbolos de fertilidade e vida. Uma tradição antiga dizia que se deveria pintar os ovos com símbolos equivalentes aos nossos desejos. Mas,um dos ovos deveria ser sempre enterrado, como presente para a Mãe Terra.

A Lebre da Páscoa era o animal sagrado da nossa deusa teutónica da Primavera, Eostre, a Deusa Lunar que dava fertilidade à terra e tinha cabeça de Lebre. A palavra inglesa para Páscoa,*Easter, provém do nome da deusa Eostre, também designada Ostara ou Eostar. O dia do culto de Eostre, a Páscoa (Easter), que ainda é praticado pelos seguidores da tradição celta, é no primeiro Domingo depois da primeira Lua Cheia, após o equinócio da Primavera, ocorrendo entre os dias 19 e 22 de Março.

Mais uma vez, tal como com o Yule (Natal), a Páscoa como festevidade cristã teve origem numa festividade pagã. A adaptação que os cristão tiveram que fazer para evitar as celebrações puramente pagãs, acabam por se reflectir numa tradução dos costumes pagãos para os cristãos.

Texto parcialmente pesquisado e desenvolvido por Rosane Volpatto e Sofia Teixeira (Morrighan), sendo completamente adaptado por Sofia Teixeira.